Seminário internacional debate sobre a saúde dos trabalhadores da área médica
quarta-feira, 25 de janeiro de 2006
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Atualmente, existe um consenso global sobre a relevância da saúde dos trabalhadores na determinação da boa qualidade da atenção em saúde como elemento chave para o desenvolvimento sustentado das nações. Funcionários estressados e sobrecarga de trabalho fazem parte do panorama que os especialistas nomeiam como "precarização" do trabalho na área de saúde.
As condições da saúde dos trabalhadores da saúde estarão em debate no seminário internacional que o ministro Saraiva Felipe abriu no domingo, dia 22, em Ouro Preto/MG. O evento, que prossegue até o dia 27 de janeiro, reúne especialistas e autoridades de nove países da América Latina, dos Estados Unidos e Caribe. A iniciativa da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG/Nescom), visa a proporcionar a troca de experiências para que seja elaborado plano estratégico destinado à melhoria das condições de trabalho no setor de saúde.
Durante a solenidade de abertura, o ministro afirmou que, apesar dos avanços, ainda há desafios para superar na área da saúde do trabalhador. "Já avançamos muito, mas ainda temos dívidas muito grandes com trabalhadores da saúde, que são as questões do vínculo profissional e melhores condições de trabalho", afirmou o ministro. "Não produziremos saúde pública de qualidade se não diagnosticarmos as condições de trabalho dos profissionais dessa área. Para isso, estamos constituindo alianças com governos estaduais e municipais para opinarmos sobre esse tema", completou o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Francisco Campos.
A questão é ainda mais relevante num setor em que o trabalho não pode ser automatizado. O contato humano será sempre imprescindível na área de saúde. A importância do tema e do problema, que ocorre em todo o mundo, foi fator decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) escolhesse 2006 como o ano dos recursos humanos em saúde. O Ministério da Saúde adotou as mesmas diretrizes e pretende utilizar as discussões e orientações do seminário no plano de ação para o setor da saúde do governo federal.
Considerados um grupo populacional que cumpre um dos mais importantes papéis sociais e humanitários, os trabalhadores da área de saúde, numericamente, também ocupam posição expressiva, especialmente na América Latina, Estados Unidos e Caribe, onde totalizam cerca de 20 milhões de profissionais. É um setor que tem grande relevância socioeconômica. Agrupa, só no Brasil, cerca de 2,5 milhões de profissionais. No estado de Minas, são cerca de 200 mil trabalhadores. A extensão e a diversidade desse contingente revela a dimensão e gravidade de problemas que compartilham no exercício profissional.
Fonte: Ministério da Saúde
As condições da saúde dos trabalhadores da saúde estarão em debate no seminário internacional que o ministro Saraiva Felipe abriu no domingo, dia 22, em Ouro Preto/MG. O evento, que prossegue até o dia 27 de janeiro, reúne especialistas e autoridades de nove países da América Latina, dos Estados Unidos e Caribe. A iniciativa da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG/Nescom), visa a proporcionar a troca de experiências para que seja elaborado plano estratégico destinado à melhoria das condições de trabalho no setor de saúde.
Durante a solenidade de abertura, o ministro afirmou que, apesar dos avanços, ainda há desafios para superar na área da saúde do trabalhador. "Já avançamos muito, mas ainda temos dívidas muito grandes com trabalhadores da saúde, que são as questões do vínculo profissional e melhores condições de trabalho", afirmou o ministro. "Não produziremos saúde pública de qualidade se não diagnosticarmos as condições de trabalho dos profissionais dessa área. Para isso, estamos constituindo alianças com governos estaduais e municipais para opinarmos sobre esse tema", completou o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Francisco Campos.
A questão é ainda mais relevante num setor em que o trabalho não pode ser automatizado. O contato humano será sempre imprescindível na área de saúde. A importância do tema e do problema, que ocorre em todo o mundo, foi fator decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) escolhesse 2006 como o ano dos recursos humanos em saúde. O Ministério da Saúde adotou as mesmas diretrizes e pretende utilizar as discussões e orientações do seminário no plano de ação para o setor da saúde do governo federal.
Considerados um grupo populacional que cumpre um dos mais importantes papéis sociais e humanitários, os trabalhadores da área de saúde, numericamente, também ocupam posição expressiva, especialmente na América Latina, Estados Unidos e Caribe, onde totalizam cerca de 20 milhões de profissionais. É um setor que tem grande relevância socioeconômica. Agrupa, só no Brasil, cerca de 2,5 milhões de profissionais. No estado de Minas, são cerca de 200 mil trabalhadores. A extensão e a diversidade desse contingente revela a dimensão e gravidade de problemas que compartilham no exercício profissional.
Fonte: Ministério da Saúde
