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OMS publica o processo de produção da nova vacina contra a gripe suína. A previsão é que ela esteja disponível para uso em setembro de 2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2009
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OMS publica o processo de produção da nova vacina contra a gripe suína. A previsão é que ela esteja disponível para uso em setembro de 2009

A triagem clínica começa este mês e a primeira vacina contra gripe suína deve estar licenciada para uso na população geral em setembro, segundo o pronunciamento da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o processo de produção da nova vacina contra gripe suína.

A diretora de pesquisas em vacinação da OMS, Dra. Marie Paul Kieny, esclarece que não há motivo para preocupações em relação à segurança da nova vacina. Ela afirma, ainda, que a produção da vacina tem base em tecnologias já utilizadas e seguras, e que as agências reguladoras estarão alerta na monitorização de quaisquer reações adversas.

Ainda não foi estabelecido quais pessoas receberão primeiramente as vacinas. Provavelmente grávidas e bebês, mais vulneráveis às complicações da doença. Mas alguns especialistas levantam dúvidas sobre a falta de dados de segurança em vacinar esta população.

A principal preocupação é em relação a uma condição neurológica rara, porém grave, a síndrome de Guillain-Barré, que afetou 500 pessoas durante um programa de vacinação contra a gripe suína nos EUA em 1976. A síndrome de Guillain-Barré, ou polirradiculoneurite aguda, é caracterizada por uma inflamação aguda com perda de mielina dos nervos periféricos, raízes nervosas proximais ou nervos cranianos.

A Baxter e a GlaxoSmithKline são as empresas contratadas para disponibilizar as vacinas e ambas iniciarão as triagens clínicas este mês.

 

Conheça todo o processo de fabricação da vacina

Fonte: OMS

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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