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Metanfetamina preocupa autoridades dos Estados Unidos

quinta-feira, 7 de julho de 2005
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Metanfetamina preocupa autoridades dos Estados Unidos

De acordo com um estudo oficial conduzido em 45 Estados americanos por 500 agências de fiscalização de crimes, as prisões relacionadas à Metanfetamina vêm aumentando nos últimos anos. Mais da metade das agências consultadas disseram que a substância é o seu maior problema. Menos de 20% escolheram a cocaína e um número ainda menor apontou a maconha.

A metanfetamina é uma variante da anfetamina com efeitos químicos mais fortes. A droga – que é vendida em pó, tabletes ou cristais – pode causar grande dependência, alterar a personalidade, aumentar a pressão sangüínea e provocar danos no cérebro. Altas e repetidas doses podem provocar delírio, pânico, alucinações visuais e auditivas, paranóia, comportamento anti-social e agressividade.

A metanfetamina começou a ser usada no oeste dos Estados Unidos, mas está se difundindo para o leste. A droga provoca hipertermia, aumenta a freqüência respiratória, a cardíaca e a tensão arterial, podendo causar lesão irreversível nos vasos sanguíneos cerebrais, produzindo derrames. Como é rapidamente viciante, logo cria tolerância, obrigando os usuários a aumentar as doses, o que pode ocasionar colapso cardiovascular e a morte.

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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