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Dados divulgados pelo INCA indicam que, a cada dia, ao menos sete brasileiros morrem por doenças provocadas pela exposição passiva à fumaça do tabaco

sexta-feira, 29 de agosto de 2008
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Dados divulgados pelo INCA indicam que, a cada dia, ao menos sete brasileiros morrem por doenças provocadas pela exposição passiva à fumaça do tabaco

De acordo com o estudo “Mortalidade atribuível ao tabagismo passivo na população brasileira”, realizado por pesquisadores do INCA e do Instituto de Estudos de Saúde Coletiva da UFRJ, pelo menos 2.655 não-fumantes morrem a cada ano no Brasil por doenças atribuíveis ao tabagismo passivo. A maioria das mortes ocorre entre mulheres (60,3%).

Participaram do estudo 23.457 indivíduos na faixa etária de 35 anos ou mais. Fumantes e ex-fumantes não fizeram parte da população avaliada. A pesquisa considerou apenas as três principais doenças relacionadas ao tabagismo passivo: câncer de pulmão, doenças isquêmicas do coração (infarto do miocárdio) e acidentes vasculares cerebrais (derrames). Definiu-se como fumantes passivos as pessoas que nunca fumaram e que moravam com pelo menos um fumante no mesmo domicílio.

De cada mil mortes por doenças cérebro-vasculares, 29 são atribuíveis à exposição passiva à fumaça do tabaco. A proporção é de 25 para mil no caso de doenças isquêmicas e de 7 para mil mortes por câncer de pulmão. Os óbitos de mulheres são de 1,3 a 3 vezes mais numerosos que os de homens.

Fonte: INCA

Veja a notícia completa em:

Mortalidade atribuível ao tabagismo passivo na população brasileira

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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