NewsMed

Anvisa suspende lotes do Prednonax, antiinflamatório usado no tratamento da asma, e do antibiótico Amoxicilina

quarta-feira, 9 de agosto de 2006
Avalie este artigo
Anvisa suspende lotes do Prednonax, antiinflamatório usado no tratamento da asma, e do antibiótico Amoxicilina
A Anvisa suspendeu, como medida cautelar, o comércio e o uso de lotes de dois medicamentos. Da empresa Sociedade Farmacêutica Henfer Ltda., do Rio de Janeiro (RJ), estão suspensos os lotes nº 0409030 (validade 09/2007), 0409010 (validade 09/2007), 0503002 (validade 03/2008) e 0407007 (validade 07/2007) do Prednonax (Prednisona), 20mg/comprimidos.

Entre outras indicações terapêuticas, o Prednonax é usado como antiinflamatório no tratamento da asma crônica e aguda. Os lotes suspensos apresentaram resultado insatisfatório no ensaio de dissolução (dissolução mais lenta que a esperada), conforme laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz.

Também foi determinada a suspensão do lote 04/F100 (validade 31/10/2006) do antibiótico Amoxicilina 250mg/5ml + Clavulanato de Potássio 62,5mg/5ml, fabricado pela EMS S/A., de São Bernardo do Campo (SP). De acordo com laudo emitido pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), o medicamento não apresentou resultado satisfatório nos ensaios de aspecto, pH e teor do princípio ativo.

Apreensões

A Anvisa também determinou a apreensão de todos os lotes do medicamento Sinarest, fabricado pela empresa Leofarma Comércio e Indústria Ltda., de Leopoldina (MG), porque ele não possui registro. A medida é válida para todo o país.

Pelo mesmo motivo, foram apreendidos, ainda, todos os lotes do produto Puri Verd, da empresa Puriverd Indústria e Comércio de Produtos Químicos, de Campinas (SP), e do produto Máscara Facetech FTR-95, fabricado pela empresa Alldesc Indústria e Comércio de Produtos Descartáveis, de São Paulo (SP).

Fonte: Anvisa
Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Comentários