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Ginkgo biloba não melhora a memória de idosos, segundo estudo publicado no JAMA

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
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Ginkgo biloba não melhora a memória de idosos, segundo estudo publicado no JAMA

Uma das indicações de uso do fitoterápico Ginkgo biloba é para ativação da memória, principalmente de pessoas idosas. Estudo randomizado, publicado no The Journal of the American Medical Association (JAMA), mostra que o uso deste produto não resultou em menor declínio da função cognitiva tanto em idosos sem alterações de memorização como naqueles com danos cognitivos leves.

O estudo randomizado e duplo-cego, chamado The Ginkgo Evaluation of Memory (GEM) contou com a participação de 3069 idosos com idades entre 72 e 96 anos. A pesquisa foi conduzida em seis centros médicos acadêmicos nos Estados Unidos entre 2000 e 2008, com acompanhamento de cerca de 6 anos. Os participantes receberam 120 mg, duas vezes ao dia, de Ginkgo biloba (n=1545) ou placebo (n= 1524). Os pesquisadores avaliaram os efeitos do fitoterápico na memorização e na atividade mental.

Os resultados mostram que, comparado ao placebo, o uso de Ginkgo biloba não resultou em menor declínio da função cognitiva tanto em idosos sem alterações de memorização, como naqueles com danos cognitivos leves.

Fonte consultada:
JAMA - Volume 302, n° 24 de 23/30 de dezembro de 2009

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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