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FDA: Dúvidas sobre o uso de Rosiglitazona relacionado ao risco de infarto do miocárdio e morte cardiovascular

segunda-feira, 29 de outubro de 2007
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FDA: Dúvidas sobre o uso de Rosiglitazona relacionado ao risco de infarto do miocárdio e morte cardiovascular

Em maio de 2007 foi publicada, no The New England Journal of Medicine (NEJM), uma meta-análise intitulada "Effect of Rosiglitazone on the Risk of Myocardial Infarction and Death from Cardiovascular Causes". Ela sugere que a Rosiglitazona, medicamento utilizado para o tratamento oral do Diabetes Mellitus tipo 2, aumenta o risco de infarto do miocárdio e de morte por causa cardiovascular. Os autores da meta-análise são Steven Nissen e Kathy Wolski.

Em contraste, análises parciais do estudo longitudinal de longo prazo conhecido como RECORD (Rosiglitazone Evaluated for Cardiac Outcomes and Regulation of Glycemia in Diabetes) e coordenado por Philip Home, também publicado no NEJM, não conseguiu evidenciar nenhuma associação direta entre o uso de rosiglitazona e complicações cardiovasculares.

Em maio, o FDA não concluiu se os riscos cardiovasculares eram realmente maiores com o uso de Rosiglitazona, mas publicou revisão de dados clínicos que avalia o risco potencial aumentado de eventos cardiovasculares isquêmicos em pacientes que utilizam o medicamento.

Em agosto de 2007, publicou um alerta sobre revisões de informações para prescrição de maleato de rosiglitazona (nome comercial Avandia, Avandamet e Avandaryl), que incluem modificações na bula e atualizações de cuidados, precauções e contra-indicações para enfatizar que a rosiglitazona pode causar ou exacerbar a insuficiência cardíaca, particularmente em certas populações de pacientes.

Fonte: Food and Drug Administration

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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