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FDA: aprovada nova indicação do Crestor (rosuvastatina cálcica)

segunda-feira, 5 de abril de 2010
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FDA: aprovada nova indicação do Crestor (rosuvastatina cálcica)

O U.S. Food and Drug Administration (FDA) aprovou o uso de Crestor (rosuvastatina), medicação usada para reduzir o colesterol, para alguns pacientes com risco aumentado para doenças cardíacas, mas que ainda não foram diagnosticados com estas patologias.

Os objetivos são reduzir a possibilidade de ocorrência de um infarto do miocárdio ou de um acidente vascular cerebral (derrame) e diminuir a necessidade de intervenções para desbloquear vasos obstruídos pelo depósito de gordura em indivíduos que não têm doenças cardíacas, mas que apresentam risco aumento para tais eventos.

Segundo o FDA, o Crestor (rosuvastatina) é especificamente indicado para homens com 50 anos ou mais e mulheres com 60 anos ou mais que têm PCR ultra-sensível aumentada no sangue e pelo menos um dos fatores de risco cardiovasculares associado como tabagismo, hipertensão arterial, história familiar de doença cardíaca prematura ou HDL colesterol baixo.

Esta aprovação foi baseada nos resultados do estudo JUPITER, o qual comparou 8901 pacientes recebendo Crestor por dois anos a um número semelhante de pessoas recebendo placebo. Os pacientes recebendo Crestor apresentaram poucos eventos cardíacos incluindo infarto e derrame, e fizeram menos procedimentos como angioplastia coronariana ou bypass cirúrgico em artéria coronária para tratar ou revascularizar suas artérias.

O Crestor já é aprovado para, juntamente com dieta e exercícios físicos, reduzir o LDL colesterol e os triglicérides em pacientes com níveis altos destas substâncias no sangue e para diminuir a progressão da aterosclerose.

 

Fonte: FDA

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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