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FDA aprova novo medicamento para câncer renal e também para câncer do estômago conhecido como GIST (tumor do estroma gastrointestinal)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006
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FDA aprova novo medicamento para câncer renal e também para câncer do estômago conhecido como GIST (tumor do estroma gastrointestinal)
O FDA (Food and Drug Administration) anunciou a aprovação do Sutent (Sunitinib) como uma nova opção de tratamento de pacientes com tumor do estroma gastrointestinal (GIST), um câncer raro de estômago, e para tratamento de tumores renais avançados. É a primeira vez que o FDA aprova um medicamento oncológico para duas indicações simultâneas.

Estudos clínicos mostraram que o Sunitinib é capaz de atrasar ou impedir o crescimento desses tumores em pacientes com tumor renal avançado e a forma rara de tumor de estômago conhecido como GIST, ou tumor de estroma gastrointestinal. O medicamento será comercializado pela Pfizer com o nome comercial de Sustent. Ele trabalha privando as células tumorais de sangue e nutrientes. A Pfizer também está estudando este medicamento para uso em câncer colorretal, de mama e de pulmão.

Os tumores estromais gastrintestinais foram, por muito tempo, confundidos com tumores originados de células do músculo liso ou células nervosas do trato gastrintestinal. Com o advento da microscopia eletrônica e da imunohistoquímica, e a descoberta dos marcadores c-Kit (CD 117) e CD 34, hoje eles podem ser diferenciados dos leiomiomas e leiomiossarcomas.

Os GISTs são mais freqüentemente encontrados no estômago, sem prevalência entre homens e mulheres, e ocorrem principalmente na sexta década de vida. Recentemente, com a supressão da tirosina quinase, foram encontradas novas opções de tratamento das metástases e da recidiva tumoral.

Fonte: Food and Drug Administration
Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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