Estudo investiga utilização de aspirina para frear crescimento de tumor
terça-feira, 10 de outubro de 2006
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A aspirina pode reduzir a formação de vasos sangüíneos que ajudam tumores cancerígenos a crescer. Foi o que revelou um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Genética Humana da Universidade de Newcastle e publicado na revista científica Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology.
De acordo com a pesquisa, o efeito da aspirina restringe o tumor ao tamanho de uma ervilha, fato que pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos.
Estudos anteriores já haviam revelado que, se for utilizado por longos períodos, o analgésico poderia reduzir o risco de vários tipos de câncer, como os de ovário, cólon e pulmão. Os vasos sanguíneos alimentam o tumor com sangue e oxigênio, ajudando-os a crescer. O câncer usa esses vasos para se espalhar pelo corpo, levando ao desenvolvimento de tumores secundários. Os pesquisadores descobriram que, em doses pequenas, a aspirina tem um efeito sobre a capacidade das células de formar os vasos, agindo sobre o tumor e restringindo o fornecimento de sangue. Sem o sangue, ele não tem como crescer mais do que o tamanho de uma ervilha.
Entretanto, um dos problemas mais comuns decorrentes da ingestão de aspirina por períodos maiores é o risco de sangramento no estômago. Os pesquisadores pretendem analisar as moléculas da aspirina. Ao descobrir o que ocasiona a formação de vasos, drogas mais seguras poderão ser desenvolvidas.
Fonte: Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology
De acordo com a pesquisa, o efeito da aspirina restringe o tumor ao tamanho de uma ervilha, fato que pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos.
Estudos anteriores já haviam revelado que, se for utilizado por longos períodos, o analgésico poderia reduzir o risco de vários tipos de câncer, como os de ovário, cólon e pulmão. Os vasos sanguíneos alimentam o tumor com sangue e oxigênio, ajudando-os a crescer. O câncer usa esses vasos para se espalhar pelo corpo, levando ao desenvolvimento de tumores secundários. Os pesquisadores descobriram que, em doses pequenas, a aspirina tem um efeito sobre a capacidade das células de formar os vasos, agindo sobre o tumor e restringindo o fornecimento de sangue. Sem o sangue, ele não tem como crescer mais do que o tamanho de uma ervilha.
Entretanto, um dos problemas mais comuns decorrentes da ingestão de aspirina por períodos maiores é o risco de sangramento no estômago. Os pesquisadores pretendem analisar as moléculas da aspirina. Ao descobrir o que ocasiona a formação de vasos, drogas mais seguras poderão ser desenvolvidas.
Fonte: Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology
