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Estudo avalia hipótese de supressão imune inata causada por vacinas de mRNA contra o SARS-CoV-2

quarta-feira, 27 de abril de 2022
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Estudo avalia hipótese de supressão imune inata causada por vacinas de mRNA contra o SARS-CoV-2

Destaques

» As vacinas de mRNA promovem a síntese sustentada da proteína spike do SARS-CoV-2.

» A proteína spike é neurotóxica e prejudica os mecanismos de reparo do DNA.

» A supressão das respostas do interferon tipo I resulta em imunidade inata prejudicada.

» As vacinas de mRNA potencialmente causam aumento do risco de doenças infecciosas e câncer.

» A otimização de códons resulta em mRNA rico em guanina que tem efeitos complexos imprevisíveis.

Leia sobre "Vacinas contra o coronavírus" e "Reações às vacinas contra a covid-19".

Resumo

As vacinas de mRNA contra o SARS-CoV-2 foram trazidas ao mercado em resposta às crises de saúde pública decorrentes da Covid-19. A utilização de vacinas de mRNA no contexto de doenças infecciosas não tem precedentes.

As muitas alterações no mRNA da vacina escondem o mRNA das defesas celulares e promovem uma meia-vida biológica mais longa e alta produção de proteína spike. No entanto, a resposta imune à vacina é muito diferente daquela a uma infecção por SARS-CoV-2.

Neste artigo, publicado no jornal científico Food and Chemical Toxicology, apresentou-se evidências de que a vacinação induz um profundo prejuízo na sinalização do interferon tipo I, que tem diversas consequências adversas para a saúde humana.

As células imunes que absorveram as nanopartículas da vacina liberam em circulação um grande número de exossomos contendo proteína spike juntamente com microRNAs críticos que induzem uma resposta de sinalização nas células receptoras em locais distantes.

Também foram identificados potenciais distúrbios profundos no controle regulatório da síntese de proteínas e vigilância do câncer. Esses distúrbios potencialmente têm uma ligação causal com doenças neurodegenerativas, miocardite, trombocitopenia imune, paralisia de Bell, doença hepática, imunidade adaptativa prejudicada, resposta prejudicada ao dano do DNA e tumorigênese.

Foram mostradas evidências a partir do banco de dados VAERS que apoiam a hipótese apresentada no estudo. Os autores acreditam, portanto, que uma avaliação abrangente de risco/benefício das vacinas de mRNA as questiona como contribuintes positivos para a saúde pública.

Veja também sobre "Eficácia das vacinas em uso contra a COVID-19" e "Vacinas - como funcionam e quais são os prós e contras".

 

Fonte: Food and Chemical Toxicology, publicação em 19 de abril de 2022.

 

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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