Cientistas localizaram gene associado ao risco de desenvolver câncer de intestino
quinta-feira, 12 de julho de 2007
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Cientistas fizeram estudo genético com mais de 30.000 pessoas, metade com câncer de intestino e metade sem a doença. Cada equipe estudou o genoma e encontrou um gene que é mais comum em pessoas com câncer de intestino do que em pessoas sem a doença. O gene está localizado em uma região chamada 8q24.
Cerca de metade da população geral carrega esta variante genética, o que resulta em um risco 20% maior de desenvolver câncer de intestino. O risco ao longo da vida para desenvolver esta doença varia de 1 em 20 para as pessoas que não carregam a variante e 1 em 16 para pessoas que carregam a variante. Como o risco aumentado é relativamente pequeno, não está indicado um teste genético até o momento. No futuro, pode ser possível desenvolver um teste para uma combinação de genes à medida em que novas variantes forem encontradas, o que vai colaborar para a melhoria da prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.
Em um primeiro estudo, o professor Malcolm Dunlop, da Universidade de Edimburgo e da Unidade de Genética Humana do Conselho para Pesquisa Médica, comparou o DNA de cerca de 8 mil pacientes com câncer no intestino da América do Norte, França e Escócia, ao DNA de cerca de 8 mil pessoas saudáveis. Escaneando o genoma completo dessas pessoas, identificou-se a primeira variante para o câncer de intestino. Novas técnicas estão sendo usadas para achar novos genes associados a este tipo de tumor.
Em um segundo estudo, liderado por pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Câncer e do Instituto de Pesquisa de Londres da organização Cancer Research UK, foi examinado o DNA de um número semelhante de pacientes e pessoas saudáveis da Inglaterra e identificou-se o mesmo gene defeituoso. Os pesquisadores dizem que este é um importante passo, mas que são necessários mais estudos para que seja entendida toda a herança genética relacionada ao câncer de intestino.
O Cancer Research UK está lançando estudos genéticos semelhantes para o câncer de ovário e de pulmão e espera descobrir mais sobre os genes ligados a estes tipos de tumor.
Fonte: Nature Genetics
Cerca de metade da população geral carrega esta variante genética, o que resulta em um risco 20% maior de desenvolver câncer de intestino. O risco ao longo da vida para desenvolver esta doença varia de 1 em 20 para as pessoas que não carregam a variante e 1 em 16 para pessoas que carregam a variante. Como o risco aumentado é relativamente pequeno, não está indicado um teste genético até o momento. No futuro, pode ser possível desenvolver um teste para uma combinação de genes à medida em que novas variantes forem encontradas, o que vai colaborar para a melhoria da prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.
Em um primeiro estudo, o professor Malcolm Dunlop, da Universidade de Edimburgo e da Unidade de Genética Humana do Conselho para Pesquisa Médica, comparou o DNA de cerca de 8 mil pacientes com câncer no intestino da América do Norte, França e Escócia, ao DNA de cerca de 8 mil pessoas saudáveis. Escaneando o genoma completo dessas pessoas, identificou-se a primeira variante para o câncer de intestino. Novas técnicas estão sendo usadas para achar novos genes associados a este tipo de tumor.
Em um segundo estudo, liderado por pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Câncer e do Instituto de Pesquisa de Londres da organização Cancer Research UK, foi examinado o DNA de um número semelhante de pacientes e pessoas saudáveis da Inglaterra e identificou-se o mesmo gene defeituoso. Os pesquisadores dizem que este é um importante passo, mas que são necessários mais estudos para que seja entendida toda a herança genética relacionada ao câncer de intestino.
O Cancer Research UK está lançando estudos genéticos semelhantes para o câncer de ovário e de pulmão e espera descobrir mais sobre os genes ligados a estes tipos de tumor.
Fonte: Nature Genetics
