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Cientistas da OMRF descobrem tratamento potencial para a Doença de Huntington

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
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Cientistas da OMRF descobrem tratamento potencial para a Doença de Huntington

Cientistas da Oklahoma Medical Research Foundation (OMRF) identificaram um composto, conhecido como lanthionine ketimine, que promete auxiliar no tratamento da doença de Huntington. Os testes pré-clínicos estão sendo realizados para verificar se o composto pode retardar a progressão desta doença degenerativa que afeta o sistema nervoso central.


Coordenados por Kenneth Hensley, cientistas da OMRF estão realizando testes pré-clínicos usando o composto lanthionine ketimine (LK), derivado de processos metabólicos. Resultados precoces do estudo indicam que a LK pode reduzir a inflamação e os danos causados às células nervosas, retardando assim a deterioração da função motora causada pela doença de Huntington.


Serão testadas duas formas de LK em ratos que foram geneticamente “projetados” para desenvolver os sintomas da doença. Os cientistas estudarão se o composto retarda a perda de controle corporal que se manifesta precocemente na doença e também a habilidade para melhorar a função cerebral e inibir a destruição neuronal.


Ainda é cedo para dizer se a LK pode estar ligada a medicamentos para tratar a doença de Huntington em humanos no futuro, mas o coordenador do estudo acredita que o presente estudo possa colaborar para a descoberta de drogas mais efetivas e potentes para tratar esta doença.


A doença de Huntington é uma doença hereditária degenerativa que afeta o sistema nervoso central, causando movimentos involuntários corporais, falta de coordenação e perda progressiva da memória. Atualmente esta doença não tem cura. Seus sintomas podem ser controlados com o uso de medicação.


Fonte: Oklahoma Medical Research Foundation

 

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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