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Café pode ajudar na substituição das injeções de insulina no futuro

sexta-feira, 22 de junho de 2018
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Café pode ajudar na substituição das injeções de insulina no futuro

A programação do comportamento celular usando interruptores genéticos indutíveis por gatilhos é essencial para a biologia sintética. Embora tenha havido progresso significativo na expressão do transgene induzida por gatilho, o controle remoto de transgenes livre de efeitos colaterais continua a desafiar as terapias baseadas em células.

Neste estudo, realizado pelo Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, em Zurique, utilizando um anticorpo de domínio único que se liga à cafeína, os pesquisadores estabeleceram um sistema de dimerização de proteína induzível por cafeína, ativando fatores de transcrição sintéticos e receptores de superfície celular que permitem a expressão do transgene em resposta a concentrações fisiologicamente relevantes de cafeína geradas pela ingestão rotineira de bebidas como café e chá.

Café contendo diferentes concentrações de cafeína controlou de forma dose-dependente e reversível a expressão do transgene por células projetadas com esse sistema de reguladores avançados estimulado por cafeína (C-STAR).

Ratos com diabetes tipo 2 implantados com células microencapsuladas equipadas com C-STAR para expressão sensível à cafeína do peptídeo semelhante ao glucagon 1 mostraram uma homeostase da glicose substancialmente melhorada após o consumo de café, em comparação com ratos não tratados.

O controle da produção biofarmacêutica pela cafeína, que não é tóxica, é barata e presente apenas em bebidas específicas, deve melhorar a adesão do paciente ao integrar a terapia ao estilo de vida.

Saiba mais sobre "Diabetes Mellitus".

 

Fonte: Nature Communications, publicado em 19 de junho de 2018.

 

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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